Representantes conheceram de perto a realidade do atendimento, dialogam com a linha de frente da enfermagem e debateram os desafios da gestão de pessoas na área da saúde com equipe do HNSD
A rotina de um hospital vai muito além da complexidade dos procedimentos médicos; ela é construída diariamente pelo esforço de centenas de profissionais. Com o objetivo de apresentar a realidade dessa engrenagem e reforçar a transparência institucional, o Hospital Católico Nossa Senhora das Dores (HNSD) recebeu, no dia 22 de junho, a visita do Juiz Titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabira, dr. Adriano Borges, acompanhado do promotor, dr. Túlio Alvarenga.

A comitiva foi recepcionada pelo Diretor Executivo do HNSD, Alexandre Coelho, pela diretora Hospitalar, Ana Paula Duarte, pela coordenadora de Gestão de Pessoas, Waldeni Santos, pelo gerente de Facilities, Leandro Araújo, a assessora jurídica do hospital, dra. Raiane Almeida e pela assessora de Comunicação, Pauline Campos.
O encontro teve início com uma apresentação detalhada sobre a vocação da instituição, destacando não apenas o volume de atendimentos, mas o papel do hospital como referência para a saúde de toda a região.
As autoridades percorreram os corredores do hospital, acompanhando o fluxo de áreas como o Pronto Atendimento, o Central de Material e Esterilização (CME) e as alas de internação, além do Pronto Socorro.
A escuta de quem está na linha de frente
O dr. Adriano Borges fez questão de conversar com os profissionais de enfermagem. O magistrado quis entender a fundo o dia a dia nos leitos, fazendo perguntas sobre a rotina com os pacientes, o funcionamento dos setores de isolamento e a efetividade dos procedimentos de segurança voltados para a proteção do colaborador.
Essa troca abriu caminho para um debate aprofundado sobre o verdadeiro desafio de gerir pessoas em um ambiente hospitalar. Mais do que o cumprimento de normas, a visita reforçou uma pauta urgente: a saúde emocional no ambiente de trabalho. O dr. Adriano enfatizou a necessidade de as instituições criarem espaços seguros para que os profissionais possam “trabalhar a expressão do que se sente”, validando o acolhimento como uma ferramenta de gestão.
Para a diretoria do HNSD, receber representantes do Judiciário fortalece a cultura de manter as portas abertas ao diálogo.
